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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Greve chega ao fim e bancos reabrem hoje
Os 4.388 bancários de Sorocaba e região voltam ao trabalho hoje, após aceitarem a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Os funcionários retomam suas atividades após nove dias de greve. A votação aconteceu em assembleia realizada na tarde de ontem, na sede do Sindicato dos Bancários de Sorocaba e região. A aprovação não foi unânime, com 80 votos a favor e 24 contra. Segundo o presidente do sindicato, Júlio César Machado, o movimento nas agências deverá ser grande, porém, não deverá haver tumultos. "A greve foi curta. Por isso, não acredito que haverá movimento tão intenso como nos anos anteriores", acredita o presidente.
Na visão de Machado, a greve este ano teve maior força que em 2011. "No ano passado, foram 21 dias de greve e conseguimos aumento real de 1,5%. Este ano, após o nono dia conseguimos aumento real de 2%. Foi uma greve mais forte do que no ano passado", destacou. A proposta apresentada pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban) contempla reajustes de 7,5% sobre os salários e de 8,5% sobre os pisos salariais, além de aumento de 10% sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O aumento real sobre os salários é de 2,02% e sobre os pisos, de 2,95%.
Os bancários reivindicavam reajuste salarial de 10,25% - contemplando a reposição da inflação e 5% de aumento real -, além de melhorias no piso salarial de início de carreira. Os funcionários também pediam a ampliação do horário de atendimento nas agências, das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho; plano de carreira para os funcionários de todos os bancos; e mais segurança.

Proposta na integra
Pela nova proposta, as cláusulas econômicas da Convenção Coletiva dos Bancários devem ficar assim: reajuste de 7,5% (aumento real de 2,02% pelo INPC); piso de R$ 1.519 (reajuste de 8,5%, o que significa 2,95% de ganho real); salário dos caixas de R$ 2.056,89 (8,5% de reajuste); auxílio-refeição de R$ 472,15 (R$ 21,46 por dia), o que representa reajuste de 10%; cesta-alimentação e 13ª cesta-alimentação no valor de R$ 367,90 (reajuste de 10%); Participação nos Lucros e Resultados (PLR): a regra básica é de 90% do salário mais R$ 1.540 fixos (reajuste de 10%), com teto de R$ 8.414,34 (reajuste de 10%). Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados para 2,2 salários, com teto de R$ 18.511,54 (10% de reajuste).
Os bancários ainda conseguiram PLR adicional de 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 3.080 (reajuste de 10%); antecipação da PLR de 54% do salário mais valor fixo de R$ 924,00, com teto de R$ 5.166,01 e parcela adicional de 2% do lucro líquido do primeiro semestre distribuído linearmente, com teto de R$ 1.540,00.
fonte
http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=422223
Na visão de Machado, a greve este ano teve maior força que em 2011. "No ano passado, foram 21 dias de greve e conseguimos aumento real de 1,5%. Este ano, após o nono dia conseguimos aumento real de 2%. Foi uma greve mais forte do que no ano passado", destacou. A proposta apresentada pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban) contempla reajustes de 7,5% sobre os salários e de 8,5% sobre os pisos salariais, além de aumento de 10% sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O aumento real sobre os salários é de 2,02% e sobre os pisos, de 2,95%.
Os bancários reivindicavam reajuste salarial de 10,25% - contemplando a reposição da inflação e 5% de aumento real -, além de melhorias no piso salarial de início de carreira. Os funcionários também pediam a ampliação do horário de atendimento nas agências, das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho; plano de carreira para os funcionários de todos os bancos; e mais segurança.

Proposta na integra
Pela nova proposta, as cláusulas econômicas da Convenção Coletiva dos Bancários devem ficar assim: reajuste de 7,5% (aumento real de 2,02% pelo INPC); piso de R$ 1.519 (reajuste de 8,5%, o que significa 2,95% de ganho real); salário dos caixas de R$ 2.056,89 (8,5% de reajuste); auxílio-refeição de R$ 472,15 (R$ 21,46 por dia), o que representa reajuste de 10%; cesta-alimentação e 13ª cesta-alimentação no valor de R$ 367,90 (reajuste de 10%); Participação nos Lucros e Resultados (PLR): a regra básica é de 90% do salário mais R$ 1.540 fixos (reajuste de 10%), com teto de R$ 8.414,34 (reajuste de 10%). Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados para 2,2 salários, com teto de R$ 18.511,54 (10% de reajuste).
Os bancários ainda conseguiram PLR adicional de 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 3.080 (reajuste de 10%); antecipação da PLR de 54% do salário mais valor fixo de R$ 924,00, com teto de R$ 5.166,01 e parcela adicional de 2% do lucro líquido do primeiro semestre distribuído linearmente, com teto de R$ 1.540,00.
fonte
http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=422223
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
TEMPO EM SOROCABA Fim de semana será de sol
Na segunda-feira volta a chover e as temperaturas caemChuva derruba temperatura; Fim de semana será de sol
A chegada de uma frente fria na região de Sorocaba trouxe a primeira chuva após um longo período de estiagem e derrubou a temperatura em 15.4°C nesta semana. Na terça-feira, o dia mais quente do inverno na cidade, a máxima foi de 35.4°C. Na tarde desta sexta-feira, a maior temperatura do dia foi de 20C°, de acordo com informações registradas pela estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Para este sábado, o Inmet prevê um dia de sol, com o céu parcialmente encoberto. As temperaturas devem variar entre 10 e 23°C. No domingo, o sol volta a aparecer e as temperaturas se estabilizam, com máxima de 23 e mínima de 13°C. Na segunda-feira o tempo volta a fechar e as temperaturas caem. Mais uma vez, será necessário sair de guarda-chuva, já que a previsão é de chuva fraca, temperatura mínima de 15°C e máxima de 19°C. A intensidade da chuva pode aumentar na terça-feira, quando a máxima chega aos 23°C e a mínima aos 18°C
fonte:
.http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=421017
Greve dos bancários cresce 66% em três dias
A categoria se reúne hoje para decidir os rumos
Notícia publicada na edição de 21/09/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 5 do caderno B - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
O número de agências bancárias fechadas no País cresceu cerca de 66% desde o início da greve da categoria, na última terça-feira, dia 18. No final do primeiro dia, 5.132 agências ficaram paralisadas, de um total de 21.714. Ontem, no País, 8.527 unidades estavam com as portas fechadas, aproximadamente 40% do total. As informações foram coletadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
No terceiro dia de greve do ano passado, 7.672 agências fecharam as portas. Embora o número seja menor do que o deste ano, o crescimento do movimento foi superior no ano passado, na mesma base de comparação. Do primeiro dia de greve de 2011 (4.191 agências fechadas) para terceiro dia (7.672), o volume de agências fechadas cresceu 83% em 2011.
Segundo o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, a variação é natural e pode ter como causa o aumento do número de agências no País. "Essas variações são normais. No ano passado, tínhamos só cerca de 19 mil agências. Agora, já estamos na casa dos 21 mil. A greve vai se consolidando e demora um pouco até atingir todos os locais", afirmou. "Aliás, estamos vendo que a greve está ainda mais forte do que a do ano passado", disse. Em 2011, a categoria ficou 21 dias parada.
Nesta sexta-feira (21), o Comando Nacional dos Bancários se reunirá às 14h para discutir os rumos da mobilização. "Nós mandamos uma carta à Fenaban dizendo que o comando vai estar reunido em São Paulo, pois eles podem aproveitar essa data para fazer alguma proposta, caso queiram", disse Cordeiro.
A última proposta apresentada pelos banqueiros foi de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6%. Os trabalhadores pedem reajuste de 10,25%, sendo 5% de aumento real. Segundo informou Cordeiro, a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) não procurou os trabalhadores para nova negociação. A greve continua à espera de uma nova proposta dos banqueiros. Procurada, a Fenaban não quis comentar o movimento grevista.
No terceiro dia de greve do ano passado, 7.672 agências fecharam as portas. Embora o número seja menor do que o deste ano, o crescimento do movimento foi superior no ano passado, na mesma base de comparação. Do primeiro dia de greve de 2011 (4.191 agências fechadas) para terceiro dia (7.672), o volume de agências fechadas cresceu 83% em 2011.
Segundo o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, a variação é natural e pode ter como causa o aumento do número de agências no País. "Essas variações são normais. No ano passado, tínhamos só cerca de 19 mil agências. Agora, já estamos na casa dos 21 mil. A greve vai se consolidando e demora um pouco até atingir todos os locais", afirmou. "Aliás, estamos vendo que a greve está ainda mais forte do que a do ano passado", disse. Em 2011, a categoria ficou 21 dias parada.
Nesta sexta-feira (21), o Comando Nacional dos Bancários se reunirá às 14h para discutir os rumos da mobilização. "Nós mandamos uma carta à Fenaban dizendo que o comando vai estar reunido em São Paulo, pois eles podem aproveitar essa data para fazer alguma proposta, caso queiram", disse Cordeiro.
A última proposta apresentada pelos banqueiros foi de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6%. Os trabalhadores pedem reajuste de 10,25%, sendo 5% de aumento real. Segundo informou Cordeiro, a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) não procurou os trabalhadores para nova negociação. A greve continua à espera de uma nova proposta dos banqueiros. Procurada, a Fenaban não quis comentar o movimento grevista.
Ganso faz exames, e São Paulo planeja estreia do meia em 15 dias
Meia tem lesão muscular e ainda não sabe se inicia o tratamento no sábado ou apenas segunda-feira. Reforço será inscrito na Sul-Americana
Por Marcelo PradoSão Paulo
124 comentários
(Foto: Assessoria de Imprensa HCor)
Com uma lesão na coxa esquerda, o atleta iniciará tratamento no Reffis entre sábado e segunda-feira.
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- Alguns exames já foram feitos e, pelo que sabemos, ele precisará de dez a 15 dias para estar totalmente apto - afirmou o diretor, Adalberto Baptista.O otimismo é tanto no lado do São Paulo que o atleta será inscrito na fase de oitavas de final da Copa Sul-Americana, quando o Tricolor enfrentará o LDU de Loja, do Equador. O primeiro duelo será realizado na próxima quarta-feira, no Equador, e o segundo duelo será realizado em 24 de outubro, no Morumbi.
O técnico Ney Franco também espera contar rapidamente com o reforço.
- Ele chega com uma lesão pequena e, com a qualidade dos profissionais que trabalham no Reffis, espero que ele possa ser liberado o mais rápido possível. Agora teremos a tranquilidade para começar a desenvolver uma equipe com a presença dele - disse.
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